sábado, 3 de maio de 2014

#INFERNO

Notei o ódio em seu semblante ao ver seu sangue escorrendo sobre o caríssimo blazer de grife que vestia. Imediatamente, tirou a pistola de sua cintura e posicionou-a contra minha cabeça, foi quando tive certeza que aquele seria meu fim. E, tomada pelo terror, largando a tesoura que, até então, estava em minha mão, escutei seu bradar: 
— Não vai ser dessa vez vagabunda! Eu tenho algo maior pra você e para seu príncipe encantado de merda. (Entre o Céu e o Inferno - Cap.12)

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